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quarta-feira, 1 de junho de 2011
Véu
Sobre o Véu da Noiva, Grinalda e Mantinhas.
VÉU - A origem do uso do véu esta na antigüidade quando era usado como parte do vestuário feminino, principalmente pelas mulheres da nobreza, pois sua pele devia ser clara. As camponesas tinham a pele escura curtida pelo sol.
A função do véu era proteger os cabelos e a pele do rosto e pescoço contra danos causados pelo sol e pelo vento. O uso do véu da noiva era um costume da antiga Grécia e que foi criado para proteger a noiva de mau olhado e também de outros possíveis admiradores.
Na Idade Média, o uso do véu entre as mulheres dos povos Anglo-saxões se dava apenas entre as mulheres casadas, e jovens solteiras não podiam usa-lo.
O véu tem seu significado religioso no Cristianismo pois ele aparece em todas as representações de Maria, Mãe de Jesus Cristo.
O uso do véu na igreja era comum antes da década de 1960. O véu da noiva também esta ligado a mitologia, pois Ishtar, a antiga Deusa do Amor, surgiu das profundezas e os vapores da terra e do mar cobriram-na "como um véu".
O véu é uma peça misteriosa pois ao mesmo tempo que esconde, destaca a beleza da donzela. A Grinalda faz com que a noiva se pareça com uma rainha, diferenciando-a dos convidados. Quanto maior a grinalda, maior é o símbolo de status e riqueza.
Hijab (véu), quer dizer, em árabe, o que separa duas coisas.
O véu da noiva significa separar-se da vida de solteira, para entrar em uma nova vida; a de esposa. O véu dá a noiva uma aura angelical, quase divina, por isso é considerado símbolo da pureza e foi incorporado ao traje da noiva, devendo então ser sempre no tom branco.
VÉU2 - Históricamente, as noivas usavam o véu caindo sobre as costas no dia do matrimônio como prova de virgindade e da cor branca para ressaltar a pureza.
Pelo fato de apenas as mulheres virgens poderem usar o véu, essa idéia permanece até os dias de hoje e faz parte dos costumes, portanto a noiva que casa-se pela segunda vez não deve usar véu na cerimônia de casamento. Os primeiros véus feitos de tule de seda datam do século dezenove.
O véu é um acessório que oferece charme e requinte para a noiva, assim como o vestido longo, da-lhe a impressão de estar se trajando como uma princesa o véu vai além tornando-a uma rainha! O que não deixa de ser verdade, já que a noiva é a pessoa mais importante no dia do casamento, vindo após ela, apenas o noivo.
O véu deveria ser transparente, normalmente usado por noivas no dia de seu casamento.
Antigamente achava-se que o véu concedia alguma defesa mágica devido à sua natureza santificada. Segundo os judeus o motivo pelo qual o rosto da noiva é coberto antes e durante a chupá é que este é um momento tão especial que atrai a Presença Divina e Ele fica literalmente pairando sobre o semblante da noiva.
Este é o motivo pelo qual muitas pessoas pedem para a noiva pensar neles durante a chupá, pálio nupcial, pedindo por sua saúde ou para terem filhos, etc.
Mas os judeus dizem que não se deve olhar para Deus diretamente tal qual Moshê Rabênu (Moisés) falou com Ele na sarça, no deserto. Assim sendo, as pessoas mais religiosas realmente colocam um véu mais opaco ou cobrem totalmente o rosto da noiva. Outras pessoas colocam um véu apenas simbolicamente.
Ao conhecer o verdadeiro motivo de cobrir a noiva, certamente não será tão difícil usar um véu um pouco mais espesso.
Sabia que tem uma bebida chamada véu de noiva?
Ingredientes para Véu da Noiva:
* veu31 dose de pinga
* 1 dose de leite de coco
* 1 dose Club Soda
* 1 colher de sobremesa de leite condensado.
* Bater tudo no liquidificador e servir
Que o noivo não deve ver a sua amada vestida de noiva antes da cerimônia todo mundo sabe. Mas, por causa das confusões, os noivos judeus fazem questão de levantar o véu da noiva antes do início do casamento para confirmar a identidade de sua futura esposa.
E fazem muito bem, porque o seguro morreu de velho e é melhor prevenir! No casamento judeu a noiva usa um véu durante a cerimônia. A tradição tem origem na história de Rebeca que se cobriu com um véu, quando viu e aproximou-se do futuro marido, Isaac. (Gênesis 24:65).
Sabia que o costume das noivas taparem a cara com um véu deriva de uma superstição com milhares de anos? Quase todas as superstições relativas ao dia do casamento têm a ver com a crença pagã de que a noiva era um alvo preferencial dos maus espíritos.
Para que estes não a reconhecessem, a noiva escondia o rosto com panos e fazia-se rodear de mulheres vestidas de modo idêntico. Esse costume deu origem ao véu de noiva e ao cortejo de damas de honra.
Something Blue
Leia com atenção e não deixe nenhum item faltar.
Alguma coisa nova, alguma coisa velha, alguma coisa azul e alguma coisa emprestada: Com origem nos Estados Unidos, diz a tradição que a noiva deve usar algo velho, algo novo, algo emprestado e algo azul no dia do casamento.
O item velho simboliza a transição na vida da noiva, de solteira para casada e remete à família. Muitas noivas usam o vestido de noiva que foi da mãe ou da avó, o véu ou uma jóia de família.
O “algo novo” representa a sorte e o sucesso para a noiva na sua nova vida, o futuro, a nova vida com o seu marido; pode ser o vestido ou a lingerie. Sapatos ou acessórios novos podem dar um toque de feminilidade e glamour.
O objeto emprestado pode ser de uma amiga ou de algum familiar que tenha um casamento feliz e duradouro. Diz a tradição que esta alegria será repassada adiante. O “algo azul” tem origens bíblicas, onde essa cor simbolizava a pureza e fidelidade. Também há quem acredite que o azul sirva para “cortar a inveja” das outras solteiras. Hoje em dia é tradição optar-se por levar a liga da meia azul, embora, antigamente usava-se o azul uma fita amarrada à cinta da noiva
Mais Curiosidades
O Arroz:
Jogar arroz nos noivos é uma tradição antiga da China, usada há dois mil anos. Esta atitude simboliza a fartura para a vida do casal (os grãos simbolizam a fertilidade).
Obs da noiva: Existem Igrejas que não aceitam essa tradição. É uma pena!
As Alianças:
O termo aliança, bérith em hebraico, possui o sentido de compromisso. O anel usado pelos casados tem a função da ambivalência de unir e, ao mesmo tempo, isolar. É o protetor simbólico da união. Colocar um anel no dedo de outra pessoa, significa aceitar o dom de outrem como um tesouro exclusivo.
O Buquê:
O buquê teria surgido na Grécia como uma espécie de amuleto contra o mau-olhado e, na sua confecção, era utilizado o alho (hum... devia feder! Eca!). Confeccione dois buquês: o primeiro, abençoado pelo sacerdote deverá ser guardado. O segundo, será lançado em direção às mulheres solteiras. Aquela que conseguir pegá-lo, terá a sorte de ser a próxima a casar.
Obs da noiva: Não quero rogar praga em ninguém, mas já li que a noiva quando joga o buquê, está jogando fora todas as mazelas! Então não seria uma boa idéia pegar o buquê! Só peguei um buquê e mesmo assim pq já estava de casamento marcado! rsrsrs
A Grinalda:
A grinalda faz com que a noiva se pareça com uma rainha, diferenciando-a dos convidados.
A peça azul e a peça emprestada:
Outra tradição comum é a noiva usar uma peça azul para "cortar a inveja" das moças solteiras. E a peça emprestada deve ser de uma pessoa que teve um casamento bem-sucedido para trazer sorte.
Obs da noiva: O que eu vou usar azul e emprestado? Quem se abilita a me emprestar algo?
A noiva ficar do lado esquerdo do noivo:
Durante a celebração do casamento, a noiva se posiciona no lado esquerdo do noivo. É uma tradição que remonta à Idade Média: se algum homem tentasse "roubar" a futura esposa do noivo, este a defenderia com a espada usando o braço direito para o combate. Segundo a superstição, quando a noiva fica no lado esquerdo, também significaria afastar o risco da infidelidade.
O noivo não ver a noiva com o vestido antes do casamento:
É uma tradição milenar praticada por quase todos os povos. Serve para não quebrar o encanto do matrimônio. Em alguns países árabes, o casamento (especialmente dos muçulmanos), ainda hoje é celebrado entre o pretendente e o pai da noiva (esta aguarda em outra sala). Somente depois de o casamento ser celebrado pelos homens, a noiva se encontra com o futuro marido.
O noivo carregar a noiva no colo:
Este costume surgiu no Oriente, mas também é praticado por aqui. Acredita-se que os gênios ruins (que atacam apenas as mulheres) ficam a espera da noiva na porta do quarto nupcial. O marido protege a esposa carregando-a, para evitar que ela "pise" em algo ruim.
Jogar arroz nos noivos é uma tradição antiga da China, usada há dois mil anos. Esta atitude simboliza a fartura para a vida do casal (os grãos simbolizam a fertilidade).
Obs da noiva: Existem Igrejas que não aceitam essa tradição. É uma pena!
As Alianças:
O termo aliança, bérith em hebraico, possui o sentido de compromisso. O anel usado pelos casados tem a função da ambivalência de unir e, ao mesmo tempo, isolar. É o protetor simbólico da união. Colocar um anel no dedo de outra pessoa, significa aceitar o dom de outrem como um tesouro exclusivo.
O Buquê:
O buquê teria surgido na Grécia como uma espécie de amuleto contra o mau-olhado e, na sua confecção, era utilizado o alho (hum... devia feder! Eca!). Confeccione dois buquês: o primeiro, abençoado pelo sacerdote deverá ser guardado. O segundo, será lançado em direção às mulheres solteiras. Aquela que conseguir pegá-lo, terá a sorte de ser a próxima a casar.
Obs da noiva: Não quero rogar praga em ninguém, mas já li que a noiva quando joga o buquê, está jogando fora todas as mazelas! Então não seria uma boa idéia pegar o buquê! Só peguei um buquê e mesmo assim pq já estava de casamento marcado! rsrsrs
A Grinalda:
A grinalda faz com que a noiva se pareça com uma rainha, diferenciando-a dos convidados.
A peça azul e a peça emprestada:
Outra tradição comum é a noiva usar uma peça azul para "cortar a inveja" das moças solteiras. E a peça emprestada deve ser de uma pessoa que teve um casamento bem-sucedido para trazer sorte.
Obs da noiva: O que eu vou usar azul e emprestado? Quem se abilita a me emprestar algo?
A noiva ficar do lado esquerdo do noivo:
Durante a celebração do casamento, a noiva se posiciona no lado esquerdo do noivo. É uma tradição que remonta à Idade Média: se algum homem tentasse "roubar" a futura esposa do noivo, este a defenderia com a espada usando o braço direito para o combate. Segundo a superstição, quando a noiva fica no lado esquerdo, também significaria afastar o risco da infidelidade.
O noivo não ver a noiva com o vestido antes do casamento:
É uma tradição milenar praticada por quase todos os povos. Serve para não quebrar o encanto do matrimônio. Em alguns países árabes, o casamento (especialmente dos muçulmanos), ainda hoje é celebrado entre o pretendente e o pai da noiva (esta aguarda em outra sala). Somente depois de o casamento ser celebrado pelos homens, a noiva se encontra com o futuro marido.
O noivo carregar a noiva no colo:
Este costume surgiu no Oriente, mas também é praticado por aqui. Acredita-se que os gênios ruins (que atacam apenas as mulheres) ficam a espera da noiva na porta do quarto nupcial. O marido protege a esposa carregando-a, para evitar que ela "pise" em algo ruim.
Obs da noiva: Devo confessar que essa parte eu acho que não vai rolar! rsrsrs
Curiosidades
♥ De acordo com a tradição hindu, chover no dia do casamento é considerado um sinal de sorte.
♥No Japão, o casal de noivos bebe 9 goles de sake, tornando-se marido e mulher a partir do primeiro gole.
♥Na Índia, o irmão do noivo atira com flores sobre o casal no fim da cerimónia para os proteger do mal.
♥Na China, a cor do amor é o vermelho, durante a cerimónia do casamento, o casal bebe vinho com mel de dois copos atados com uma fita vermelha.
♥Os franceses muitas vezes fazem brindes num copo especial com duas pegas, especial para os noivos.
♥Na Alemanha, a noiva transporta sal e pão no seu bolso para assegurar recompensa, o noivo transporta grãos de cereais, para dar saúde e sorte.
♥As ferraduras são consideradas objectos de boa sorte num casamento devido à sua forma em lua, que se diz símbolo da fertilidade.
♥Na Turquia, antes da noiva sair da igreja, pede às suas amigas solteiras para escreverem os seus nomes na sola dos seus sapatos. Depois da noite de dança, a tradição dita que a assinatura da pessoa que estiver mais gasta será a próxima pessoa a casar.
♥Existe uma tradição que diz que a noiva não deve cozinhar o seu bolo de casamento.
♥No Japão, o branco foi utilizado para as noivas, muito antes da Rainha Victoria o ter popularizado no mundo ocidental.
♥Para as noivas, coloquem um pouco de açúcar dentro das luvas, o açúcar adoçará a vossa união.
♥Os ingleses acreditam que se a noiva encontrar uma aranha no vestido de casamento, esta trará sorte ao casamento.
♥Na Holanda planta-se um pinheiro fora da casa dos recém-casados, símbolo de fertilidade e de sorte.
♥O noivo leva a noiva ao colo pela porta de sua nova casa para a proteger dos espíritos maus que estão à espreita no chão da porta.
♥O sábado é considerado o dia mais azarento, de acordo com o folclore inglês, o que acaba por ter uma certa graça, visto ser o dia mais popular escolhido para casar.
♥No Egipto, para dar boa sorte, as mulheres egípcias beliscam a noiva no dia do seu casamento.
♥As noivas do Médio Oriente pintam motivos henna nas suas mãos e pés para as proteger do mau-olhado.
♥ A tradição de usar damas de honor no casamento, remonta ao tempo dos romanos. As testemunhas, ou damas de honor exigidas num casamento romano, protegiam a noiva, vestindo-se de maneira semelhante à noiva, enganado assim os maus espíritos, impedindo-os de reconhecerem a noiva.
♥ Uma noiva sueca costuma colocar uma moeda de prata oferecida pelo seu pai e uma moeda de ouro oferecida pela sua mãe, em cada sapato, assegurando que ela nunca passará sem eles.
♥ Na África do Sul, ambos os pais da noiva e do noivo, transportam fogo, simbolizando o fogo que passa dos seus corações acendendo um novo fogo no coração dos recém-casados.
♥Na tradição inglesa, a quarta-feira é considerado o melhor dia da semana para casar.
♥ As mulheres marroquinas tomam um banho de leite para se purificarem antes da cerimónia do casamento.
♥ A tradição do bolo de casamento remonta à antiga Roma, onde na cerimónia de casamento se partia um pedaço de pão sobre a cabeça da noiva para o bem da fertilidade.
♥As alianças de casamento e de compromisso são usadas no quarto dedo, porque outrora no Egipto se pensava que uma veia nesse dedo estava directamente ligada ao coração.
♥ Diamantes sobre ouro ou prata, ficaram muito populares a formalizar um compromisso, devido aos ricos Venezianos o terem feito, por volta início do século dezasseis.
♥ Na linguagem simbólica das jóias, uma safira num anel de noivado significa felicidade conjugal.
♥As pérolas para anel de noivado estão associadas à má sorte, porque a sua forma lembra uma lágrima.
♥ A pedra aquamarine, símbolo de honestidade e lealdade, representa harmonia marital e representa um casamento longo e feliz.
♥ A tradição ocidental do vestido branco foi iniciada em 1840 em Inglaterra pela Rainha Victoria, no seu casamento com o príncipe Alberto.
♥Na Dinamarca, as noivas e os noivos tradicionalmente trocam as roupas um com o outro, para confundir os maus espíritos.
♥ As despedidas de solteiro foram originadas pelos soldados Espartanos, que se despediam dos seus dias de solteiros com uma festa desconcertante.
♥ Em Portugal o típico vestido de casamento, antes do século vinte era tradicionalmente preto.
♥ A tradição do véu da noiva iniciou-se com os antigos Gregos e Romanos, que pensavam que o véu protegia a noiva dos infortúnios e dos maus espíritos.
♥ No Egipto, a família da noiva, durante a primeira semana de casados, encarrega-se de cozinhar para os noivos, para que o casal possa desfrutar o início do casamento.
♥ A tradição do "tradicional" bolo de casamento empilhado, partiu de um jogo, onde a noiva e o noivo tentavam beijar-se por cima de um bolo, que se tornava cada vez maior, tentando não o derrubar.
♥ A expressão “dar o nó” vem de antigas tradições relativas aos casamentos Egípcios e Hindus, onde as mãos da noiva e do noivo são literalmente atadas, demonstrando o seu laço de união.
♥ Na tradição católica originalmente usava-se anunciar o casamento, afixando a intenção dos noivos, para assegurar que estes não eram família.
♥No Japão, o casal de noivos bebe 9 goles de sake, tornando-se marido e mulher a partir do primeiro gole.
♥Na Índia, o irmão do noivo atira com flores sobre o casal no fim da cerimónia para os proteger do mal.
♥Na China, a cor do amor é o vermelho, durante a cerimónia do casamento, o casal bebe vinho com mel de dois copos atados com uma fita vermelha.
♥Os franceses muitas vezes fazem brindes num copo especial com duas pegas, especial para os noivos.
♥Na Alemanha, a noiva transporta sal e pão no seu bolso para assegurar recompensa, o noivo transporta grãos de cereais, para dar saúde e sorte.
♥As ferraduras são consideradas objectos de boa sorte num casamento devido à sua forma em lua, que se diz símbolo da fertilidade.
♥Na Turquia, antes da noiva sair da igreja, pede às suas amigas solteiras para escreverem os seus nomes na sola dos seus sapatos. Depois da noite de dança, a tradição dita que a assinatura da pessoa que estiver mais gasta será a próxima pessoa a casar.
♥Existe uma tradição que diz que a noiva não deve cozinhar o seu bolo de casamento.
♥No Japão, o branco foi utilizado para as noivas, muito antes da Rainha Victoria o ter popularizado no mundo ocidental.
♥Para as noivas, coloquem um pouco de açúcar dentro das luvas, o açúcar adoçará a vossa união.
♥Os ingleses acreditam que se a noiva encontrar uma aranha no vestido de casamento, esta trará sorte ao casamento.
♥Na Holanda planta-se um pinheiro fora da casa dos recém-casados, símbolo de fertilidade e de sorte.
♥O noivo leva a noiva ao colo pela porta de sua nova casa para a proteger dos espíritos maus que estão à espreita no chão da porta.
♥O sábado é considerado o dia mais azarento, de acordo com o folclore inglês, o que acaba por ter uma certa graça, visto ser o dia mais popular escolhido para casar.
♥No Egipto, para dar boa sorte, as mulheres egípcias beliscam a noiva no dia do seu casamento.
♥As noivas do Médio Oriente pintam motivos henna nas suas mãos e pés para as proteger do mau-olhado.
♥ A tradição de usar damas de honor no casamento, remonta ao tempo dos romanos. As testemunhas, ou damas de honor exigidas num casamento romano, protegiam a noiva, vestindo-se de maneira semelhante à noiva, enganado assim os maus espíritos, impedindo-os de reconhecerem a noiva.
♥ Uma noiva sueca costuma colocar uma moeda de prata oferecida pelo seu pai e uma moeda de ouro oferecida pela sua mãe, em cada sapato, assegurando que ela nunca passará sem eles.
♥ Na África do Sul, ambos os pais da noiva e do noivo, transportam fogo, simbolizando o fogo que passa dos seus corações acendendo um novo fogo no coração dos recém-casados.
♥Na tradição inglesa, a quarta-feira é considerado o melhor dia da semana para casar.
♥ As mulheres marroquinas tomam um banho de leite para se purificarem antes da cerimónia do casamento.
♥ A tradição do bolo de casamento remonta à antiga Roma, onde na cerimónia de casamento se partia um pedaço de pão sobre a cabeça da noiva para o bem da fertilidade.
♥As alianças de casamento e de compromisso são usadas no quarto dedo, porque outrora no Egipto se pensava que uma veia nesse dedo estava directamente ligada ao coração.
♥ Diamantes sobre ouro ou prata, ficaram muito populares a formalizar um compromisso, devido aos ricos Venezianos o terem feito, por volta início do século dezasseis.
♥ Na linguagem simbólica das jóias, uma safira num anel de noivado significa felicidade conjugal.
♥As pérolas para anel de noivado estão associadas à má sorte, porque a sua forma lembra uma lágrima.
♥ A pedra aquamarine, símbolo de honestidade e lealdade, representa harmonia marital e representa um casamento longo e feliz.
♥ A tradição ocidental do vestido branco foi iniciada em 1840 em Inglaterra pela Rainha Victoria, no seu casamento com o príncipe Alberto.
♥Na Dinamarca, as noivas e os noivos tradicionalmente trocam as roupas um com o outro, para confundir os maus espíritos.
♥ As despedidas de solteiro foram originadas pelos soldados Espartanos, que se despediam dos seus dias de solteiros com uma festa desconcertante.
♥ Em Portugal o típico vestido de casamento, antes do século vinte era tradicionalmente preto.
♥ A tradição do véu da noiva iniciou-se com os antigos Gregos e Romanos, que pensavam que o véu protegia a noiva dos infortúnios e dos maus espíritos.
♥ No Egipto, a família da noiva, durante a primeira semana de casados, encarrega-se de cozinhar para os noivos, para que o casal possa desfrutar o início do casamento.
♥ A tradição do "tradicional" bolo de casamento empilhado, partiu de um jogo, onde a noiva e o noivo tentavam beijar-se por cima de um bolo, que se tornava cada vez maior, tentando não o derrubar.
♥ A expressão “dar o nó” vem de antigas tradições relativas aos casamentos Egípcios e Hindus, onde as mãos da noiva e do noivo são literalmente atadas, demonstrando o seu laço de união.
♥ Na tradição católica originalmente usava-se anunciar o casamento, afixando a intenção dos noivos, para assegurar que estes não eram família.
O Vestido de Noiva
História do Vestido de Noiva
O vestido de noiva vem acompanhando a evolução da mulher perante a sociedade. O casamento, em muitas situações, era uma espécie de negócio acertado entre duas famílias, visando conveniências econômicas ou prestígio social. As moças da sociedade de elite se casavam cedo - em geral com 13, 15 anos. Os enxovais, repletos de peças de linho bordadas com esmero, começavam a ser feitos quando a menina estava com 12 anos e eram guardados em baús. A primeira mulher a se vestir de branco com flores de laranjeira foi Maria I, Stuart (1542 -1587), Rainha da Escócia.
Afinal, não é tanto tempo em termos de história.
A mudança comportamental começou com a fogueira de sutiãs. Nas três décadas que se seguiram ao levante feminista, elas conquistaram direitos e espaços em diferentes áreas. Com o surgimento do capitalismo, nasceu uma sociedade consumista, e a ela alcançou um novo patamar social, passando a participar no mercado de trabalho; além das inúmeras transformações, conquistou, sobretudo, a liberação sexual. Tornou-se mais independente, contrariando a reputação do passado, assumiu um papel diferente, participando de forma mais atuante: de submissa à interdependente. Logo após a Revolução Industrial, instaura-se uma outra relação entre família e sociedade, redimensiona-se o número de filhos mediante a conscientização dos valores materiais.
No século XX, ficamos estarrecidas e comovidas ao ver a profunda mudança ocorrida na vida das mulheres. A situação econômica e social exerce influência sobre os modelos; casam-se com diferentes cores, inclusive o vermelho e o preto; porém, o conhaque domina os tons, representando a liberdade de escolha, de opções frente à independência feminina. Vamos observar um pouco mais esta mudança:
Prisioneiras do espartilho em 1900, vestia branco como sinal de pureza e virgindade. Vestidos práticos e simples, sem saiotes; os compridos, com ou sem cauda, véus de rendas ou mantilha (de Bruxelas), artesanais, passavam de mãe para filha. A mulher não tinha direito a voto e era totalmente dependente do "senhor meu marido". Conforme o dito popular: "educada para casar" , sinônimo de servilismo e, na relação a dois, sustentando as funções do casamento, reservada aos cuidados da casa, do marido e filhos. A história da mulher, sua educação, a mulher era comandadas pelo marido e seus anseios, reprimidos; em 1910, a noiva nem ousa levantar os olhos para o marido.
Durante muito tempo, inclusive recentemente, a conservação de muitas famílias, esteve ligada ao papel feminino na sociedade, a dedicação à família, a difusão dos valores e a submissão era um dos meios de perpetuar as tradições religiosas. Mas nem todas aceitaram. E essas corajosas pioneiras, celebridades ou mulheres anônimas, seja nas grandes causas ou em pequenos detalhes cotidianos, rebelaram-se e decidiram mudar a própria história e a de todas as que viriam depois.
Nos anos 20 a mulher usava-se um vestido mais curto, abaixo do joelho, luvas, véu comprido, decote em forma de U. Os tecidos finos, estilo Melindrosa.
Nos anos 30 nosso desafio não é menor - não se casar significava fracassar socialmente. Uma mulher com mais de 20 anos sem a perspectiva de um casamento já morria de medo de ficar "encalhada" ou "pra titia". Aos 30 anos, uma mulher era "solteirona", enquanto o homem ainda era um "bom partido". Pesquisas da época mostraram que as mulheres se casavam, em média, com 23 anos, e os homens, por volta dos 27. A Constituição permitiu o voto feminino. Vestido liso e longo.
Por volta de 1940
A máquina dos sonhos de Hollywood ditou a moda. A Rainha Elizabeth se casou em 47, vestindo duas tendências: o cetim e a coroa. Num modelo comprido e evasê, com detalhes, um transpassado assimétrico e o justo colado com rabo de peixe.
Em 1950, nosso desafio não é menor - o grande medo de ficar solteira ainda persistia na década de 50; os casamentos da Rainha Elizabeth e Grace Kelly foram os marcos do novo estilo, coroa, vestido com cauda, véu longo, mangas justas e saiotes; rendas vazadas mostravam o colo.
Sessenta
Beatles, Jovem Guarda e festivais de MPB. A rebeldia era traduzida pelos minis; os vestidos eram simples, com recortes abaixo do busto, tubinhos ou evasê e mangas de sino. Tarefas como cozinhar, lavar, passar, limpar a casa e cuidar dos filhos eram deveres exclusivamente femininos. O homem ajudava, quando muito, fazendo algum pequeno reparo. Essa ordem das coisas não era contestada. As revistas femininas pregavam às leitoras que elas não tinham o direito de questionar a divisão dos papéis nem deviam exigir a participação do marido nos serviços do lar, "sob pena de comprometer o equilíbrio conjugal".
Na década de 70
Surgiram os movimentos feministas organizados e a emancipação da mulher. As "prendas domésticas" continuavam a ser a arma feminina para segurar o casamento. Segundo as próprias revistas femininas, manter a casa agradável, o marido satisfeito e saber administrar o orçamento doméstico eram a receita da "companheira perfeita". Uma companheira, diga-se, que pouco participava dos interesses do marido fora de casa, nem compartilhava com ele seus anseios. Lançaram-se as publicações "Nós Mulheres" e "Brasil Mulher", o Jornal das Moças e O Cruzeiro bombardeavam a cabeça das leitoras com conselhos como "Não telefone para o escritório dele para discutir frivolidades"; "Não se precipite para abraçá-lo no momento em que ele começa a ler o jornal"; "Não roube do marido certos prazeres, mesmo que esses a contrariem, como fumar charuto ou deixar a luz do quarto acesa para ler antes de dormir". Um pouco de Julieta e de hippie, em vestidos justos nos braços e de mangas bufantes. Saias longas cortadas na cintura, rendas e flores em outros tons.
Na década de 80
Os casamentos de conveniência ainda ocorriam, mas com menor freqüência; as normas de comportamento tornavam-se mais tolerantes; casaram-se Lady Dy e príncipe Charles. Predominou a coroa em modelos de vestidos com saias amplas, sobressaias, bordados com decote princesa.
No final do século 20, ainda há muito por que lutar e o que conseguir. De acordo com a revista Bride, 92% das noivas que se casaram na década de noventa usaram vestidos longos, diferentes costureiros ditaram moda com modelos clássicos reformulados. Os vestidos mais ousados trocam as saias e sobressaias dos anos 80 por uma única saia. O corpo é baixo, trabalhado, e as mangas justas. Alguns modelos com cauda sobreposta.
Fonte: www.guiadenoivos.com.br
História do vestido de noiva
Em Portugal o vestido já foi negro, como o traje de noiva do Minho. Foi a partir do século XVIII que, no Ocidente, o vestido passou a ser branco, simbolizando a pureza e a virtude da noiva, de forma a imitar a moda da Antiguidade clássica, grega e romana.
Até ao século XIX, a maior parte dos vestidos tinha cores diversas, a pensar nas utilizações posteriores. Geralmente, as cores usadas eram em tons de pastel. Também já foi costume a noiva usar o vestido tradicional da região onde mora ou o vestido da mãe, um hábito que está a ser retomado actualmente.
Os vestidos brancos popularizaram-se após o casamento da rainha Vitória em 1840 que, num gesto de ousadia que deu brado, escolheu essa cor para o seu fato nupcial. Não obstante, o branco impôs-se mais nas classes da burguesia. Só no século XX, nos anos 30, o branco é adoptado por todos os estratos sociais. O vestido de noiva e o véu têm evoluído ao longo dos tempos, em conformidade com os padrões de moda de cada época. As alterações variam no tamanho, nas conjugações de cores mais suaves, mas não só. Tudo é possível e ditado pela criatividade dos mais ousados.
O Vestido
É talvez a escolha mais difícil que a noiva tem de fazer. Sentir-se mais bonita do que nunca é fundamental para tornar o dia do seu casamento num dos mais felizes da sua vida. Pode optar por um vestido comprido branco ou um modelo mais curto, moderno e noutro tom. A escolha do vestido também é feita de acordo com a formalidade do casamento, a estação do ano, o horário, o modelo que mais a favorece e em função das tendências de moda. Poderá ser um vestido clássico, romântico, com ou sem cauda, ou minimalista. O importante é sentir-se bem.
Sabia que na história do vestido de noiva, o negro foi uma cor popular? Apesar de algumas tradições serem inalteráveis ao longo dos séculos, o branco do vestido de noiva não é um costume muito antigo.
É frequente ver vestidos em tons de pérola, champanhe ou bege. Estas cores também estão ligadas aos tecidos escolhidos, cada vez mais variados. No entanto, não se esqueça de manter a sobriedade e optar por um vestido simples, que é sempre mais elegante. Apesar de ser a rainha da festa, evite exageros e brilhos espanpanantes.
Dicas para escolher o vestido
O vestido de noiva deve ser encomendado com vários meses de antecedência;
Antes de escolher, saiba quanto poderá gastar;
Se quiser um vestido feito por medida, aconselhe-se com a costureira sobre os tecidos e o modelo que a favorecem. Para escolher cores e estilo, consulte revistas de noivas;
Se optar por comprar numa loja da especialidade, experimente vários modelos e peça a opinião de familiares e amigos.
Tenha em atenção a altura do ano e o horário. Casamentos ao fim da tarde pedem vestidos e acessórios mais sumptuosos;
Se optou por uma cerimónia religiosa, tenha em atenção que a parte de trás do vestido é a que mais se vai destacar. Não se esqueça, também, que grandes decotes e transparências não são adequados para usar numa igreja;
Se vai casar no registo civil, o modelo deverá ser mais simples mas, em compensação pode ser mais ousado;
Quando fizer as provas, tenha em atenção os acessórios que vai usar. Adquira-os com antecedência para poder experimentá-los com o vestido e verificar se combinam bem;
Marque a última prova para duas semanas antes do casamento. Assim, em caso de alterações de peso, ainda é possível fazer alterações no vestido;
Fonte: www.diasfelizes.iol.pt
HISTÓRIA DO VESTIDO DE NOIVA
Você sabia que a cor branca do vestido de noiva só foi popularizado no século XVII, no casamento da rainha Vitória? Ela lançou a moda que permanece até os dias atuais. Antes disso, especialmente na Idade Média, não havia cor específica para a cerimônia; a cor mais usada era o vermelho.
O branco acabou sendo o preferido, por simbolizar a castidade e a pureza. Na Grécia e em Roma, existem relatos de que as pessoas usavam roupas brancas em celebrações importantes, como o nascimento e o casamento.
Buquê
O buquê teria surgido na Grécia como uma espécie de amuleto contra o mau-olhado e, na sua confecção, era utilizado o alho. Confeccione dois buquês: o primeiro, abençoado pelo sacerdote deverá ser guardado. O segundo, será lançado em direção às mulheres solteiras. Aquela que conseguir pegá-lo, terá a sorte de ser a próxima a casar.
Grinalda
A grinalda faz com que a noiva se pareça com uma rainha, diferenciando-a dos convidados. Quanto maior a grinalda, maior é o símbolo de status e riqueza.
Véu
Hijab (véu), quer dizer, em árabe, "o que separa duas coisas". O véu da noiva significa separar-se da vida de solteira, para entrar em uma nova vida; a de esposa.
Peça azul
Outra tradição comum é a noiva usar uma peça azul para "cortar a inveja" das moças solteiras. Recomenda-se também "usar o véu, uma jóia e até mesmo o vestido" de uma esposa que foi bem-sucedida em seu casamento (avó, mãe etc).
O vestido de noiva vem acompanhando a evolução da mulher perante a sociedade. O casamento, em muitas situações, era uma espécie de negócio acertado entre duas famílias, visando conveniências econômicas ou prestígio social. As moças da sociedade de elite se casavam cedo - em geral com 13, 15 anos. Os enxovais, repletos de peças de linho bordadas com esmero, começavam a ser feitos quando a menina estava com 12 anos e eram guardados em baús. A primeira mulher a se vestir de branco com flores de laranjeira foi Maria I, Stuart (1542 -1587), Rainha da Escócia.
Afinal, não é tanto tempo em termos de história.
A mudança comportamental começou com a fogueira de sutiãs. Nas três décadas que se seguiram ao levante feminista, elas conquistaram direitos e espaços em diferentes áreas. Com o surgimento do capitalismo, nasceu uma sociedade consumista, e a ela alcançou um novo patamar social, passando a participar no mercado de trabalho; além das inúmeras transformações, conquistou, sobretudo, a liberação sexual. Tornou-se mais independente, contrariando a reputação do passado, assumiu um papel diferente, participando de forma mais atuante: de submissa à interdependente. Logo após a Revolução Industrial, instaura-se uma outra relação entre família e sociedade, redimensiona-se o número de filhos mediante a conscientização dos valores materiais.
No século XX, ficamos estarrecidas e comovidas ao ver a profunda mudança ocorrida na vida das mulheres. A situação econômica e social exerce influência sobre os modelos; casam-se com diferentes cores, inclusive o vermelho e o preto; porém, o conhaque domina os tons, representando a liberdade de escolha, de opções frente à independência feminina. Vamos observar um pouco mais esta mudança:
Prisioneiras do espartilho em 1900, vestia branco como sinal de pureza e virgindade. Vestidos práticos e simples, sem saiotes; os compridos, com ou sem cauda, véus de rendas ou mantilha (de Bruxelas), artesanais, passavam de mãe para filha. A mulher não tinha direito a voto e era totalmente dependente do "senhor meu marido". Conforme o dito popular: "educada para casar" , sinônimo de servilismo e, na relação a dois, sustentando as funções do casamento, reservada aos cuidados da casa, do marido e filhos. A história da mulher, sua educação, a mulher era comandadas pelo marido e seus anseios, reprimidos; em 1910, a noiva nem ousa levantar os olhos para o marido.
Durante muito tempo, inclusive recentemente, a conservação de muitas famílias, esteve ligada ao papel feminino na sociedade, a dedicação à família, a difusão dos valores e a submissão era um dos meios de perpetuar as tradições religiosas. Mas nem todas aceitaram. E essas corajosas pioneiras, celebridades ou mulheres anônimas, seja nas grandes causas ou em pequenos detalhes cotidianos, rebelaram-se e decidiram mudar a própria história e a de todas as que viriam depois.
Nos anos 20 a mulher usava-se um vestido mais curto, abaixo do joelho, luvas, véu comprido, decote em forma de U. Os tecidos finos, estilo Melindrosa.
Nos anos 30 nosso desafio não é menor - não se casar significava fracassar socialmente. Uma mulher com mais de 20 anos sem a perspectiva de um casamento já morria de medo de ficar "encalhada" ou "pra titia". Aos 30 anos, uma mulher era "solteirona", enquanto o homem ainda era um "bom partido". Pesquisas da época mostraram que as mulheres se casavam, em média, com 23 anos, e os homens, por volta dos 27. A Constituição permitiu o voto feminino. Vestido liso e longo.
Por volta de 1940
A máquina dos sonhos de Hollywood ditou a moda. A Rainha Elizabeth se casou em 47, vestindo duas tendências: o cetim e a coroa. Num modelo comprido e evasê, com detalhes, um transpassado assimétrico e o justo colado com rabo de peixe.
Em 1950, nosso desafio não é menor - o grande medo de ficar solteira ainda persistia na década de 50; os casamentos da Rainha Elizabeth e Grace Kelly foram os marcos do novo estilo, coroa, vestido com cauda, véu longo, mangas justas e saiotes; rendas vazadas mostravam o colo.
Sessenta
Beatles, Jovem Guarda e festivais de MPB. A rebeldia era traduzida pelos minis; os vestidos eram simples, com recortes abaixo do busto, tubinhos ou evasê e mangas de sino. Tarefas como cozinhar, lavar, passar, limpar a casa e cuidar dos filhos eram deveres exclusivamente femininos. O homem ajudava, quando muito, fazendo algum pequeno reparo. Essa ordem das coisas não era contestada. As revistas femininas pregavam às leitoras que elas não tinham o direito de questionar a divisão dos papéis nem deviam exigir a participação do marido nos serviços do lar, "sob pena de comprometer o equilíbrio conjugal".
Na década de 70
Surgiram os movimentos feministas organizados e a emancipação da mulher. As "prendas domésticas" continuavam a ser a arma feminina para segurar o casamento. Segundo as próprias revistas femininas, manter a casa agradável, o marido satisfeito e saber administrar o orçamento doméstico eram a receita da "companheira perfeita". Uma companheira, diga-se, que pouco participava dos interesses do marido fora de casa, nem compartilhava com ele seus anseios. Lançaram-se as publicações "Nós Mulheres" e "Brasil Mulher", o Jornal das Moças e O Cruzeiro bombardeavam a cabeça das leitoras com conselhos como "Não telefone para o escritório dele para discutir frivolidades"; "Não se precipite para abraçá-lo no momento em que ele começa a ler o jornal"; "Não roube do marido certos prazeres, mesmo que esses a contrariem, como fumar charuto ou deixar a luz do quarto acesa para ler antes de dormir". Um pouco de Julieta e de hippie, em vestidos justos nos braços e de mangas bufantes. Saias longas cortadas na cintura, rendas e flores em outros tons.
Na década de 80
Os casamentos de conveniência ainda ocorriam, mas com menor freqüência; as normas de comportamento tornavam-se mais tolerantes; casaram-se Lady Dy e príncipe Charles. Predominou a coroa em modelos de vestidos com saias amplas, sobressaias, bordados com decote princesa.
No final do século 20, ainda há muito por que lutar e o que conseguir. De acordo com a revista Bride, 92% das noivas que se casaram na década de noventa usaram vestidos longos, diferentes costureiros ditaram moda com modelos clássicos reformulados. Os vestidos mais ousados trocam as saias e sobressaias dos anos 80 por uma única saia. O corpo é baixo, trabalhado, e as mangas justas. Alguns modelos com cauda sobreposta.
Fonte: www.guiadenoivos.com.br
História do vestido de noiva
Em Portugal o vestido já foi negro, como o traje de noiva do Minho. Foi a partir do século XVIII que, no Ocidente, o vestido passou a ser branco, simbolizando a pureza e a virtude da noiva, de forma a imitar a moda da Antiguidade clássica, grega e romana.
Até ao século XIX, a maior parte dos vestidos tinha cores diversas, a pensar nas utilizações posteriores. Geralmente, as cores usadas eram em tons de pastel. Também já foi costume a noiva usar o vestido tradicional da região onde mora ou o vestido da mãe, um hábito que está a ser retomado actualmente.
Os vestidos brancos popularizaram-se após o casamento da rainha Vitória em 1840 que, num gesto de ousadia que deu brado, escolheu essa cor para o seu fato nupcial. Não obstante, o branco impôs-se mais nas classes da burguesia. Só no século XX, nos anos 30, o branco é adoptado por todos os estratos sociais. O vestido de noiva e o véu têm evoluído ao longo dos tempos, em conformidade com os padrões de moda de cada época. As alterações variam no tamanho, nas conjugações de cores mais suaves, mas não só. Tudo é possível e ditado pela criatividade dos mais ousados.
O Vestido
É talvez a escolha mais difícil que a noiva tem de fazer. Sentir-se mais bonita do que nunca é fundamental para tornar o dia do seu casamento num dos mais felizes da sua vida. Pode optar por um vestido comprido branco ou um modelo mais curto, moderno e noutro tom. A escolha do vestido também é feita de acordo com a formalidade do casamento, a estação do ano, o horário, o modelo que mais a favorece e em função das tendências de moda. Poderá ser um vestido clássico, romântico, com ou sem cauda, ou minimalista. O importante é sentir-se bem.
Sabia que na história do vestido de noiva, o negro foi uma cor popular? Apesar de algumas tradições serem inalteráveis ao longo dos séculos, o branco do vestido de noiva não é um costume muito antigo.
É frequente ver vestidos em tons de pérola, champanhe ou bege. Estas cores também estão ligadas aos tecidos escolhidos, cada vez mais variados. No entanto, não se esqueça de manter a sobriedade e optar por um vestido simples, que é sempre mais elegante. Apesar de ser a rainha da festa, evite exageros e brilhos espanpanantes.
Dicas para escolher o vestido
O vestido de noiva deve ser encomendado com vários meses de antecedência;
Antes de escolher, saiba quanto poderá gastar;
Se quiser um vestido feito por medida, aconselhe-se com a costureira sobre os tecidos e o modelo que a favorecem. Para escolher cores e estilo, consulte revistas de noivas;
Se optar por comprar numa loja da especialidade, experimente vários modelos e peça a opinião de familiares e amigos.
Tenha em atenção a altura do ano e o horário. Casamentos ao fim da tarde pedem vestidos e acessórios mais sumptuosos;
Se optou por uma cerimónia religiosa, tenha em atenção que a parte de trás do vestido é a que mais se vai destacar. Não se esqueça, também, que grandes decotes e transparências não são adequados para usar numa igreja;
Se vai casar no registo civil, o modelo deverá ser mais simples mas, em compensação pode ser mais ousado;
Quando fizer as provas, tenha em atenção os acessórios que vai usar. Adquira-os com antecedência para poder experimentá-los com o vestido e verificar se combinam bem;
Marque a última prova para duas semanas antes do casamento. Assim, em caso de alterações de peso, ainda é possível fazer alterações no vestido;
Fonte: www.diasfelizes.iol.pt
HISTÓRIA DO VESTIDO DE NOIVA
Você sabia que a cor branca do vestido de noiva só foi popularizado no século XVII, no casamento da rainha Vitória? Ela lançou a moda que permanece até os dias atuais. Antes disso, especialmente na Idade Média, não havia cor específica para a cerimônia; a cor mais usada era o vermelho.
O branco acabou sendo o preferido, por simbolizar a castidade e a pureza. Na Grécia e em Roma, existem relatos de que as pessoas usavam roupas brancas em celebrações importantes, como o nascimento e o casamento.
Buquê
O buquê teria surgido na Grécia como uma espécie de amuleto contra o mau-olhado e, na sua confecção, era utilizado o alho. Confeccione dois buquês: o primeiro, abençoado pelo sacerdote deverá ser guardado. O segundo, será lançado em direção às mulheres solteiras. Aquela que conseguir pegá-lo, terá a sorte de ser a próxima a casar.
Grinalda
A grinalda faz com que a noiva se pareça com uma rainha, diferenciando-a dos convidados. Quanto maior a grinalda, maior é o símbolo de status e riqueza.
Véu
Hijab (véu), quer dizer, em árabe, "o que separa duas coisas". O véu da noiva significa separar-se da vida de solteira, para entrar em uma nova vida; a de esposa.
Peça azul
Outra tradição comum é a noiva usar uma peça azul para "cortar a inveja" das moças solteiras. Recomenda-se também "usar o véu, uma jóia e até mesmo o vestido" de uma esposa que foi bem-sucedida em seu casamento (avó, mãe etc).
Eu te Amo...
Como dizer eu te amo em vários idiomas
Albanês ....... Te dua
Alemão ........ Ich lieb Dich
Árabe ......... Ana Behibak (para homem) Ana behibek (para mulher)
Armênio ....... Yes kez sirumen
Bambara ...... M'bi fe
Bangla ......... Aamee tuma ke bhalo aashi
Belarusian .... Ya tabe kahayu
Bisaya .......... Nahigugma ako kanimo
Búlgaro .........Obicham te
Cambojano ....Soro lahn nhee ah Chinês
Cantonese .... Ngo oiy ney a
Catalão ......... T'estimo
Cheyenne ..... Ne mohotatse
Chichewa ...... Ndimakukonda
Coreano ........ Sarang Heyo
Corsican ....... Ti tengu caru (para homem)
Creol ............ Mi aime jou
Croata .......... Volim te
Dinamarquês .. Jeg Elsker
Dig Holandês ....... Ik hou van jo
Inglês ........... I love you
Eslovaco ....... Lu 'bim ta
Esloveno ....... Ljubim te
Espanhol ....... Te quiero -Te amo
Esperanto ..... Mi amas vin
Estoniano ..... Ma armastan sin
Etíope .......... Afgreki
' Faroese ....... Eg elski teg
Farsi ........... Doset daram
Filipino ........ Mahal kita
Finnish ........ Mina rakastan sinua
Francês ....... Je t'aime - Je t'adore
Gaélico ........ Ta gra agam ort
Gaélico Escocês .. Tha gra - dh agam ort
Georgiano ..... Mikvarhar
Grego .......... S'agapo
Gujarati ..... Hoo thunay prem karoo choo
Havaiano .... Aloha wau ia oi
Hebreu .... Ani ohev otah (para mulher) Ani ohev et otha (para homem) Hiligaynon ....... Guina higugma ko ikaw Hmong ....... Kuv hlub koj
Hopi .......... Nu' umi unangwa'ta
Húngaro ..... Szeretlek
Icelândico .. Eg elska tig
Ilonggo ...... Palangga ko ikaw
Indiano ...... Hum Tumhe Pyar Karte hae
Indonesiano .... Saya cinta padamu
Inuit ........... Negligevapse
Irish ........... Taim i' ngra leat
Italiano ....... Ti amo
Japonês ...... Aishiteru
Kannada ..... Naanu ninna preetisuttene
Kapampangan ..... Kaluguran daka
Kiswahili ...... Nakupenda
Konkani ...... Tu magel moga cho
Latino ..... Te amo
Latvian .... Es tevi miilu
Libanês .... Bahibak
Lituano .... Tave myliu
Malaio ...... Saya cintakan mu - Aku cinta pakamu
Malayalam ...... Njan Ninne Premikunnu
Mandarim (chinês do) ....... Wo ai ni Marathi .... Me tula prem karto
Marroquino ...... Ana moajaba bik
Mohawk ...... Kanbhik
Nahuati ..... Ni mits neki
Navajo .... Ayor anosh'ni
Norueguês ...... Jeg Elsker Deg
Pandacan ...... Syota na kita!!
Pangasinan ...... Inaru Taka
Papiamento ...... Mi ta stimabo
Persa ...... Doo-set daaram
Pig latin .... Iay ovlay ouyay
Polonês ..... Kocham Ciebie
Português ...... Eu te amo
Romeno ........ Te ubesk
Russo ......... Ya tebya liubliu
Sérvio ........ Volim te
Setswana ....... Ke a go rata
Sindhi ....... Maa tokhe pyar kendo ahyan Sioux (índios norte-americanos) Techihhila
Sueco ...... Jag alskar dig
Suiço ...... Ich lieb Di
Swahili ....... Ninapenda wewe
Tagalog ........ Mahal kita
Taiwanese ...... Wa ga ei li
Tahitiano ........ Ua Here Vau Ia Oe
Tamil ........ Nan unnai kathalikaraen
Telugu ....... Nenu ninnu premistunnanu
Thai ......... Chan rak khun (para mulher) Phom rak khun (para homem)
Turquia ....... Seni Seviyorum
Ucraniano ....... Ya tebe kahayu
Urdu ........ Mai aap say pyaar karta hoo
Vietnamita .... Anh ye^u em (para mulher) Em ye^u anh (para homem)
Welsh .......... 'Rwy'n dy garu
Yiddish ......... Ikh hob dikh
Albanês ....... Te dua
Alemão ........ Ich lieb Dich
Árabe ......... Ana Behibak (para homem) Ana behibek (para mulher)
Armênio ....... Yes kez sirumen
Bambara ...... M'bi fe
Bangla ......... Aamee tuma ke bhalo aashi
Belarusian .... Ya tabe kahayu
Bisaya .......... Nahigugma ako kanimo
Búlgaro .........Obicham te
Cambojano ....Soro lahn nhee ah Chinês
Cantonese .... Ngo oiy ney a
Catalão ......... T'estimo
Cheyenne ..... Ne mohotatse
Chichewa ...... Ndimakukonda
Coreano ........ Sarang Heyo
Corsican ....... Ti tengu caru (para homem)
Creol ............ Mi aime jou
Croata .......... Volim te
Dinamarquês .. Jeg Elsker
Dig Holandês ....... Ik hou van jo
Inglês ........... I love you
Eslovaco ....... Lu 'bim ta
Esloveno ....... Ljubim te
Espanhol ....... Te quiero -Te amo
Esperanto ..... Mi amas vin
Estoniano ..... Ma armastan sin
Etíope .......... Afgreki
' Faroese ....... Eg elski teg
Farsi ........... Doset daram
Filipino ........ Mahal kita
Finnish ........ Mina rakastan sinua
Francês ....... Je t'aime - Je t'adore
Gaélico ........ Ta gra agam ort
Gaélico Escocês .. Tha gra - dh agam ort
Georgiano ..... Mikvarhar
Grego .......... S'agapo
Gujarati ..... Hoo thunay prem karoo choo
Havaiano .... Aloha wau ia oi
Hebreu .... Ani ohev otah (para mulher) Ani ohev et otha (para homem) Hiligaynon ....... Guina higugma ko ikaw Hmong ....... Kuv hlub koj
Hopi .......... Nu' umi unangwa'ta
Húngaro ..... Szeretlek
Icelândico .. Eg elska tig
Ilonggo ...... Palangga ko ikaw
Indiano ...... Hum Tumhe Pyar Karte hae
Indonesiano .... Saya cinta padamu
Inuit ........... Negligevapse
Irish ........... Taim i' ngra leat
Italiano ....... Ti amo
Japonês ...... Aishiteru
Kannada ..... Naanu ninna preetisuttene
Kapampangan ..... Kaluguran daka
Kiswahili ...... Nakupenda
Konkani ...... Tu magel moga cho
Latino ..... Te amo
Latvian .... Es tevi miilu
Libanês .... Bahibak
Lituano .... Tave myliu
Malaio ...... Saya cintakan mu - Aku cinta pakamu
Malayalam ...... Njan Ninne Premikunnu
Mandarim (chinês do) ....... Wo ai ni Marathi .... Me tula prem karto
Marroquino ...... Ana moajaba bik
Mohawk ...... Kanbhik
Nahuati ..... Ni mits neki
Navajo .... Ayor anosh'ni
Norueguês ...... Jeg Elsker Deg
Pandacan ...... Syota na kita!!
Pangasinan ...... Inaru Taka
Papiamento ...... Mi ta stimabo
Persa ...... Doo-set daaram
Pig latin .... Iay ovlay ouyay
Polonês ..... Kocham Ciebie
Português ...... Eu te amo
Romeno ........ Te ubesk
Russo ......... Ya tebya liubliu
Sérvio ........ Volim te
Setswana ....... Ke a go rata
Sindhi ....... Maa tokhe pyar kendo ahyan Sioux (índios norte-americanos) Techihhila
Sueco ...... Jag alskar dig
Suiço ...... Ich lieb Di
Swahili ....... Ninapenda wewe
Tagalog ........ Mahal kita
Taiwanese ...... Wa ga ei li
Tahitiano ........ Ua Here Vau Ia Oe
Tamil ........ Nan unnai kathalikaraen
Telugu ....... Nenu ninnu premistunnanu
Thai ......... Chan rak khun (para mulher) Phom rak khun (para homem)
Turquia ....... Seni Seviyorum
Ucraniano ....... Ya tebe kahayu
Urdu ........ Mai aap say pyaar karta hoo
Vietnamita .... Anh ye^u em (para mulher) Em ye^u anh (para homem)
Welsh .......... 'Rwy'n dy garu
Yiddish ......... Ikh hob dikh
Aniversário de Casamento
Bodas de que???
Mais uma curiosidade pra vcs que querem saber que Bodas estão fazendo ou vão fazer...
•1 ano Bodas de Papel
•2 anos Bodas de Algodão
•3 anos Bodas de Trigo ou Couro
•4 anos Bodas de Flores e Frutas ou Cera
•5 anos Bodas de Madeira ou Ferro
•6 anos Bodas de Perfume ou Açúcar
•7 anos Bodas de Latão ou Lã
•8 anos Bodas de Papoula ou Barro
•9 anos Bodas de Cerâmica ou Vime
•10 anos Bodas de Estanho ou Zinco
•15 anos Bodas de Cristal
•20 anos Bodas de Porcelana
•25 anos Bodas de Prata
•30 anos Bodas de Pérola
•35 anos Bodas de Coral
•40 anos Bodas de Rubi ou Esmeralda
•45 anos Bodas de Platina ou Safira
•50 anos Bodas de Ouro
•60 anos Bodas de Diamante ou Jade
•65 anos Bodas de Ferro ou Safira
•70 anos Bodas de Vinho
•75 anos Bodas de brilhante ou Alabastro
•80 anos Bodas de Nogueira ou Carvalho
•1 ano Bodas de Papel
•2 anos Bodas de Algodão
•3 anos Bodas de Trigo ou Couro
•4 anos Bodas de Flores e Frutas ou Cera
•5 anos Bodas de Madeira ou Ferro
•6 anos Bodas de Perfume ou Açúcar
•7 anos Bodas de Latão ou Lã
•8 anos Bodas de Papoula ou Barro
•9 anos Bodas de Cerâmica ou Vime
•10 anos Bodas de Estanho ou Zinco
•15 anos Bodas de Cristal
•20 anos Bodas de Porcelana
•25 anos Bodas de Prata
•30 anos Bodas de Pérola
•35 anos Bodas de Coral
•40 anos Bodas de Rubi ou Esmeralda
•45 anos Bodas de Platina ou Safira
•50 anos Bodas de Ouro
•60 anos Bodas de Diamante ou Jade
•65 anos Bodas de Ferro ou Safira
•70 anos Bodas de Vinho
•75 anos Bodas de brilhante ou Alabastro
•80 anos Bodas de Nogueira ou Carvalho
Alianças
Alianças: O símbolo da união.
O termo aliança, vem do hebraico e significa compromisso.
As duas alianças trocadas, tem o simbolismo de unir e isolar o casal de todo o mal.
Acredita-se que a aliança tem o poder de unir e colocá-la no dedo da pessoa amada, torna o seu amor exclusivo.
Representa fidelidade e a unidade perfeita, sem começo e sem fim.
A aliança começou a ser usada entre os hindus como forma de simbolizar o casamento, mas foi realmente difundida, quando o hábito foi adotado por romanos e gregos.
Os romanos acreditavam, que a aliança deveria ser colocada no quarto dedo da mão esquerda, pois passa por ele uma veia (veia d'amore), que vai direto ao coração.
No início ela era usada como um "recibo de compra" da noiva, deixando claro aos demais interessados, que ela não estava mais disponível.
A partir do século IX a igreja cristã passou a adotar a aliança como símbolo da união entre casais cristãos.
Na onda da tradição sempre se seguem as superstição e no caso da aliança não foi diferente.
Na Escócia se acredita que se a mulher perdê-la, com certeza perderá também o marido.
Para os egípcios ela representava a eternidade.
Os gregos imantavam as alianças pois acreditavam que isso atrairia o coração do amado
O termo aliança, vem do hebraico e significa compromisso.
As duas alianças trocadas, tem o simbolismo de unir e isolar o casal de todo o mal.
Acredita-se que a aliança tem o poder de unir e colocá-la no dedo da pessoa amada, torna o seu amor exclusivo.
Representa fidelidade e a unidade perfeita, sem começo e sem fim.
A aliança começou a ser usada entre os hindus como forma de simbolizar o casamento, mas foi realmente difundida, quando o hábito foi adotado por romanos e gregos.
Os romanos acreditavam, que a aliança deveria ser colocada no quarto dedo da mão esquerda, pois passa por ele uma veia (veia d'amore), que vai direto ao coração.
No início ela era usada como um "recibo de compra" da noiva, deixando claro aos demais interessados, que ela não estava mais disponível.
A partir do século IX a igreja cristã passou a adotar a aliança como símbolo da união entre casais cristãos.
Na onda da tradição sempre se seguem as superstição e no caso da aliança não foi diferente.
Na Escócia se acredita que se a mulher perdê-la, com certeza perderá também o marido.
Para os egípcios ela representava a eternidade.
Os gregos imantavam as alianças pois acreditavam que isso atrairia o coração do amado
Histórias sobre o Casamento
"Os romanos acreditavam que no quarto dedo da mão esquerda passava uma veia (veia d’amore) que estava diretamente ligada ao coração, costume carregado culturalmente até os dias de hoje.
Já os chineses entendem que usamos a aliança no quarto dedo porque é impossível separar uma mão da outra quando estão ligadas pelo quarto dedo. Assim é a união do casal.
Cada dedo da mão representa um membro da família:
Polegar - representa os pais
Indicador - representa os irmãos
Médio - representa você mesmo
Anelar - representa seu companheiro
Mínimo - representa os filhos
Una os dedos das duas mãos pela ponta dos dedos, exceto os dedos do meio que deverão estr dobrados um de frente para o outro. Agora, tente separá-los:Os polegares podem ser separados, eles indicam seus pais; você não viverá com eles o resto de sua vida.
Os indicadores separam-se facilmente; os irmãos e irmãs um dia também vão se separar de você, pois terão suas próprias famílias. Assim como o indicador, o dedo mínimo também pode se separar do outro.
Os dedos mínimos também podem ser separados. Indicam seus filhos que também irão crescer e se casar (ou seguir seus rumos).Finalmente, os dedos anelares não conseguimos separá-los, significando que marido e mulher devem viver juntos o resto da vida.
Já os chineses entendem que usamos a aliança no quarto dedo porque é impossível separar uma mão da outra quando estão ligadas pelo quarto dedo. Assim é a união do casal.
Cada dedo da mão representa um membro da família:
Polegar - representa os pais
Indicador - representa os irmãos
Médio - representa você mesmo
Anelar - representa seu companheiro
Mínimo - representa os filhos
Una os dedos das duas mãos pela ponta dos dedos, exceto os dedos do meio que deverão estr dobrados um de frente para o outro. Agora, tente separá-los:Os polegares podem ser separados, eles indicam seus pais; você não viverá com eles o resto de sua vida.
Os indicadores separam-se facilmente; os irmãos e irmãs um dia também vão se separar de você, pois terão suas próprias famílias. Assim como o indicador, o dedo mínimo também pode se separar do outro.
Os dedos mínimos também podem ser separados. Indicam seus filhos que também irão crescer e se casar (ou seguir seus rumos).Finalmente, os dedos anelares não conseguimos separá-los, significando que marido e mulher devem viver juntos o resto da vida.
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